O PRA-JA Servir Angola pretende reforçar a ligação directa com os cidadãos como uma das principais estratégias para as eleições gerais de 2027, apostando na presença junto das comunidades para conquistar a confiança dos eleitores.
A garantia foi dada pelo presidente do partido, Abel Chivukuvuku, durante a jornada “7/7 – Ver, Ouvir e Partilhar”, realizada no Mercado dos Kwanzas, onde destacou a importância do contacto permanente com a população, sobretudo com os angolanos em situação de maior vulnerabilidade.
Segundo o líder do PRA-JA, a formação política pretende levar uma mensagem de esperança e criar maior proximidade com os cidadãos, ouvindo as suas preocupações e apresentando propostas para o futuro do país.
“Para nós, o fundamental é o contacto directo com o cidadão. É para ele ter esperança e para ele ter confiança. A nossa mensagem vai sobretudo para os angolanos sofredores e pobres”, afirmou Abel Chivukuvuku.
O dirigente político defendeu que a confiança dos eleitores será construída através de uma relação mais próxima entre o partido e as comunidades, destacando que o PRA-JA pretende afirmar-se como uma alternativa no cenário político nacional.
Sobre o processo eleitoral de 2027, Chivukuvuku disse acreditar que o próximo escrutínio será diferente dos anteriores e revelou que o partido está a preparar mecanismos para acompanhar e fiscalizar o voto através da sua Direcção de Defesa do Voto.
De acordo com o presidente do PRA-JA, a estrutura terá a missão de organizar a fiscalização eleitoral em todo o país e transmitir maior segurança aos cidadãos durante o processo.
Abel Chivukuvuku afirmou ainda que o partido pretende contribuir para uma mudança na governação, apontando como prioridades a melhoria da administração pública, o combate à corrupção, a redução dos desvios de recursos públicos e a melhoria das condições de vida da população.
O líder do PRA-JA reafirmou a ambição da formação política em desempenhar um papel determinante nas eleições gerais de 2027, defendendo que o partido representa uma alternativa para os angolanos.