O Presidente da República João Lourenço alertou para o agravamento da situação internacional, caracterizada pelo recurso à violência, pelo uso da força e pelo desrespeito do direito à vida e da dignidade da pessoa humana.
João Lourenço que falava na tarde desta quinta-feira, 16, durante a abertura da 3ª edição da Cimeira da Aliança das civilizações das Nações Unidas, advogou uma resposta internacional assente na contenção, na responsabilidade e na negociação, para pôr termo aos conflitos armados que persistem em várias regiões do mundo.
O Chefe de Estado disse que a cimeira constitui uma oportunidade para reforçar a solidariedade internacional, defender os princípios da Carta das Nações Unidas e assegurar o respeito pelas normas que regem às relações entre os Estado.
João Lourenço disse ainda ser urgente a união de esforços para a resolução dos conflitos armados ainda prevalecentes em diferentes partes do globo, com destaque no Médio Oriente, na região do Sahel e no leste da RDC.
O Presidente João Lourenço sublinhou que graças à paz, Angola tem, hoje, condição de realizar investimento sustentáveis em infra-estrutura rodoviárias, portuárias, aeroportuárias, de produção e distribuição de energia de produção e distribuição de água, de telecomunicações, na educação, na saúde e habitação.
“Angola é hoje um país estável e seguro, aberto ao investimento privado nacional e estrangeiro que continua a consolidar o processo democrático mediante a realização regular de Eleições Gerais e a garantia dos direitos e das liberdades fundamentais dos cidadãos”, referiu o Chefe de Estado angolano.
A situação de estabilidade em Angola, segundo o Estadista angolano, permitiu transformar os antigos campos de batalha em zonas de produção agrícola, garantindo, desse modo, a segurança alimentar e a diversificação da economia.