Skip to content

diariodesportoao

Menu
  • Aviso Legal e Pedido de Remoção Célere
  • Contactar a Redação do Diário Desporto AO
  • Política de Privacidade
  • Sobre o Diário Desporto AO
  • Termos de Serviço e Condições de Uso
Menu

OTAN aprova maior plano de modernização de oleodutos militares e leva infra-estrutura perto da Rússia – Correio da Kianda

Posted on July 27, 2026 by Admin

Os embaixadores dos 32 países da OTAN aprovaram o maior projecto de modernização da infraestrutura de combustível militar da história da aliança, e está orçado em 27 mil milhões de euros.

O plano tem prioridades definidas até 2031 e inclui a renovação de 10.000 quilómetros de oleodutos da época da Guerra Fria e a construção de novas redes no leste e sudeste da Europa.

A informação foi divulgada pelo especialista do Centro de Jornalismo Político-Militar, Boris Rozhin, em artigo publicado pela agência russa TASS.

Segundo Rozhin, a expansão da OTAN para leste desde os anos 1990 tem sido acompanhada pelo avanço da logística militar em direção às fronteiras da Rússia e da Bielorrússia.

Sob o argumento da “ameaça russa”, o lobby de defesa da aliança tem aumentado os investimentos em infraestrutura. Em 2023-2024, isso ganhou forma no conceito de “Schengen militar”, com modernização de estradas, pontes e ferrovias para deslocamento rápido de tropas para o flanco leste.

Actualmente, segundo agência de notícias russa TASS, o abastecimento da Aliança depende do Sistema de Oleodutos da OTAN, o NPS. A base é o Sistema de Oleodutos da Europa Central, o CEPS, criado na década de 1950 para garantir combustível a forças blindadas e aéreas nas fronteiras do Pacto de Varsóvia.

O CEPS tem cerca de 5.300 km de tubulações, com diâmetros entre 6 e 12 polegadas, ligando portos, refinarias e aeródromos. No total, a rede conta com 29 depósitos militares e seis civis, com capacidade de 1,2 milhão de metros cúbicos de combustíveis e lubrificantes.

O sistema foi projetado para ser convertido: usado para fins comerciais em tempos de paz e rapidamente adaptado para uso militar em caso de conflito.

Rozhin aponta que o CEPS está tecnicamente vulnerável. Oleodutos enterrados a 1 a 1,5 metros e grandes depósitos foram pensados para um cenário sem armas de precisão.

A experiência da guerra na Ucrânia mostrou que essas instalações são alvos fáceis para drones e mísseis. Por isso, a proteção contra ataques com drones, mísseis balísticos e hipersônicos é um dos pontos centrais do novo plano.

Na análise do especialista, em um eventual confronto direto entre Rússia e OTAN, essas vias de abastecimento de combustível estariam entre os alvos prioritários tanto em conflitos convencionais quanto não convencionais.

O projeto também prevê a criação de novas bases permanentes nos países bálticos, Polónia e Roménia, no âmbito da transição para o conceito de bases rotativas da aliança.

Source link

Leave a Reply Cancel reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Recent Posts

  • JOVENS DE CABINDA DEVEM DISTINGUIR-SE PELA COMPETÊNCIA
  • JOVEM BOM SÓ SE FOR DA JMPLA…
  • College Football Rankings: Historic Upset-Filled Week 7 Flips Top 25 Upside Down
  • A COBARDIA DE JOÃO LOURENÇO
  • ANGOLANA ENTRE AS 100 MULHERES QUE MUDAM A AGRICULTURA

Recent Comments

No comments to show.

Archives

  • October 2026
  • September 2026
  • August 2026
  • July 2026

Categories

  • Sociedade
©2026 diariodesportoao | Design: Newspaperly WordPress Theme