Angola pode contar ainda este ano com a primeira indústria farmacêutica integrada por 12 fábricas do sector, num projecto que já se encontra com fase de conclusão com um nível de execução superior a 80 por cento.
Os investimentos resultam de parcerias com empresários nacionais e estrangeiros com destaque para os portugueses e chineses, por formas a tornar o país auto-suficiente na produção de medicamentos.
O presidente do Conselho de Administração da Zona Económica e Especial, Manuel Francisco Pedro que falava à margem da 41ª edição da FILDA, garantiu que parte destes 12 projectos serão inaugurados ainda este ano, cuja conclusão da operacionalização dos projectos está prevista para 2027.
“Temos até agora cerca de 12 projectos em construção no sector farmacêutico que vão poder produzir bens que são utilizados nos hospitais. Grande parte deles estão num nível de execução física acima de 80 por cento, e ainda este ano teremos algumas inaugurações”, assegurou, tendo destacado o impacto destas infra-estruturais para o atendimento medicamentoso em Angola.
Em reacção, o presidente do Sindicato dos Médicos de Angola, Adriano Manuel que considera uma “alfada de ar fresco” ao ser verdade, e exorta uma gestão rigorosa das fábricas para quem não venham a servir outros interesses.
Espera-se que com estas infra-estruturas, o país comece a trilhar um caminho de auto-suficiência na produção de fármacos com vista a atender o mercado interno e melhorar a assistência medicamentosa em Angola.